Caso você ainda não saiba, eis o motivo da superstição:
Em 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, acontecia o ato de traição do então rei da França, Filipe IV, juntamente com o papa Clemente V, ao prenderem Jacques de Molay e sua comitiva, acusados por heresia.
Ao fim da tarde, agentes do rei Filipe IV atacaram. Num assalto fulminante, acusaram e prenderam Templários por toda a França. A data tinha sido escolhida pela coincidência da visita à França de vários líderes Templários, incluíndo o próprio Grão-Mestre Jacques de Molay. Mas quando os agentes entraram no Templo em Paris, sede dos Templários, descobriram que todos os documentos e, mais importante ainda para Filipe, o tesouro tinha sido removido.
Os agentes também tentaram capturar a frota Templária, a maior da Europa, que estava atracada em La Rochelle. Mas uma vez mais se fustrou a intenção — a frota tinha já partido. Até hoje a vasta riqueza dos Templários nunca foi encontrada. Nem tão pouco foi descoberto para que porto a frota seguiu — ou onde atracou. Mas os Templários não tentaram esconder-se a eles próprios, e na manhã seguinte, vários milhares tinham sido feitos prisioneiros.
Este dia ficou conhecido como sexta-feira 13, "O dia de azar para os Templários" e é até hoje mencionado, embora muitos não saibam seu significado.
De 1307 a 1314 o Grão-Mestre Jacques de Molay, além de preceptores da Ordem como Hugo de Perau e Godofredo de Goneville permaneceram encarcerados e submetidos às mais hediondas formas de tortura. Jacques de Molay contava 70 anos de idade quando, a 18 de março de 1314, foi amarrado a uma estaca numa ilha remota do rio Sena em companhia de seus companheiros de cela.
Protestando inocência até o último momento, as últimas palavras do último Grão-Mestre do Templo ainda ecoam através do tempo: “Senhor, permiti-nos refletir sobre os tormentos que a iniqüidade e a crueldade nos fazem suportar. Perdoai, ó meu Deus, as calúnias que trouxeram a destruição à Ordem da qual Vossa Providência me estabeleceu chefe. Permiti que um dia o mundo, esclarecido, conheça melhor os que se esforçam em viver para Vós. Nós esperamos, da Vossa Bondade, a recompensa dos tormentos e da morte que sofremos para gozar da Vossa Divina Presença nas moradas bem-aventuradas. Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, vós julgareis nossa inocência. Intimo o papa Clemente V em quarenta dias e Felipe o Belo em um ano, a comparecerem diante do legítimo e terrível trono de Deus para prestarem conta do sangue que injusta e cruelmente derramaram.”
Seja como for, Bertrand de Got (Clemente V) efetivamente faleceu 40 dias depois da Intimação do Grão-Mestre e Filipe de Valois (“O Belo”) em um ano também morreu, causando grande impressão a todos quantos testemunharam as palavras finais do Grão-Mestre do Templo.
Em 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, acontecia o ato de traição do então rei da França, Filipe IV, juntamente com o papa Clemente V, ao prenderem Jacques de Molay e sua comitiva, acusados por heresia.
Ao fim da tarde, agentes do rei Filipe IV atacaram. Num assalto fulminante, acusaram e prenderam Templários por toda a França. A data tinha sido escolhida pela coincidência da visita à França de vários líderes Templários, incluíndo o próprio Grão-Mestre Jacques de Molay. Mas quando os agentes entraram no Templo em Paris, sede dos Templários, descobriram que todos os documentos e, mais importante ainda para Filipe, o tesouro tinha sido removido.
Os agentes também tentaram capturar a frota Templária, a maior da Europa, que estava atracada em La Rochelle. Mas uma vez mais se fustrou a intenção — a frota tinha já partido. Até hoje a vasta riqueza dos Templários nunca foi encontrada. Nem tão pouco foi descoberto para que porto a frota seguiu — ou onde atracou. Mas os Templários não tentaram esconder-se a eles próprios, e na manhã seguinte, vários milhares tinham sido feitos prisioneiros.
Este dia ficou conhecido como sexta-feira 13, "O dia de azar para os Templários" e é até hoje mencionado, embora muitos não saibam seu significado.
De 1307 a 1314 o Grão-Mestre Jacques de Molay, além de preceptores da Ordem como Hugo de Perau e Godofredo de Goneville permaneceram encarcerados e submetidos às mais hediondas formas de tortura. Jacques de Molay contava 70 anos de idade quando, a 18 de março de 1314, foi amarrado a uma estaca numa ilha remota do rio Sena em companhia de seus companheiros de cela.
Protestando inocência até o último momento, as últimas palavras do último Grão-Mestre do Templo ainda ecoam através do tempo: “Senhor, permiti-nos refletir sobre os tormentos que a iniqüidade e a crueldade nos fazem suportar. Perdoai, ó meu Deus, as calúnias que trouxeram a destruição à Ordem da qual Vossa Providência me estabeleceu chefe. Permiti que um dia o mundo, esclarecido, conheça melhor os que se esforçam em viver para Vós. Nós esperamos, da Vossa Bondade, a recompensa dos tormentos e da morte que sofremos para gozar da Vossa Divina Presença nas moradas bem-aventuradas. Vós, que nos vedes prontos a perecer nas chamas, vós julgareis nossa inocência. Intimo o papa Clemente V em quarenta dias e Felipe o Belo em um ano, a comparecerem diante do legítimo e terrível trono de Deus para prestarem conta do sangue que injusta e cruelmente derramaram.”
Seja como for, Bertrand de Got (Clemente V) efetivamente faleceu 40 dias depois da Intimação do Grão-Mestre e Filipe de Valois (“O Belo”) em um ano também morreu, causando grande impressão a todos quantos testemunharam as palavras finais do Grão-Mestre do Templo.
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